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Crise do coronavírus derruba vendas dos postos em 70%

29 de March de 2020 - 10:24 | Economia

Maracaju em Foco - Notícias - Crise do coronavírus derruba vendas dos postos em 70%

A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) refletiu em mudanças na economia estadual. Assim como o comércio varejista, os postos de combustíveis sentiram o impacto nas vendas. Com menos gente nas ruas, a venda dos combustíveis já reduziu em 70% em Campo Grande.

De acordo com o diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência (Sinpetro-MS), Edson Lazarroto, o impacto também impede a redução no preço dos combustíveis. “Neste momento a perda do volume de vendas só na Capital é de 70%. Então os postos não estão comprando, o combustível está tudo estocado, infelizmente”, lamentou.

Segundo a Fecombustíveis, associação que reúne os postos de abastecimento do País, a queda de vendas já está em torno dos 50% em todo País.

A Petrobras anunciou ontem que a partir deste sábado (28), vai reduzir nas suas refinarias, o preço da gasolina em 5%. Esta é a quarta queda do combustível no mês de março. O diesel também sofreu reajuste, com queda de 3%, e o bunker (diesel marítimo) de queda de 3,1%. O diesel utilizado pelas térmicas também foram ajustados. O S500 caiu 3,1% e o S10, de maior qualidade, caiu 3,2%.

O preço da gasolina vai cair R$ 0,0566 centavos e o diesel, R$ 0,0498 centavos. A queda dos combustíveis segue a desvalorização do preço do petróleo no mercado internacional e já acumula mais de 40% no ano.

O representante do setor em Mato Grosso do Sul explica, que a queda nas bombas será gradual, porque além da redução nas vendas, os preços menores demoram a chegar ao consumidor.  “Sempre que ocorre tanto redução quanto o aumento é na refinaria, depois vai para o estoque das distribuidoras e das distribuidoras vem para as bases de Campo Grande. Então tudo isso tem um trânsito, tem custo e tem os impostos. Não é assim do dia para noite para acontecer, por conta disso a nova baixa vai acontecer daqui 10 a 15 dias aqui”, explicou Lazarotto.

Segundo o diretor do Sinpetro, por enquanto o que tem chegado ao consumidor são as reduções de uma semana atrás. “É o que está começando a acontecer, agora, por exemplo, estou na frente do posto aqui já está R$ 4,11 a gasolina, então é assim que funciona, não tem como você ter redução no dia seguinte, porque passa por uma cadeia. A redução é gradativa e já está acontecendo, a tendência é que vai cair um pouco mais”, contextualizou Lazarotto.

Fonte: Correio do Estado


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A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) refletiu em mudanças na economia estadual. Assim como o comércio varejista, os postos de combustíveis sentiram o impacto nas vendas. Com menos gente nas ruas, a venda dos combustíveis já reduziu em 70% em Campo Grande.

De acordo com o diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência (Sinpetro-MS), Edson Lazarroto, o impacto também impede a redução no preço dos combustíveis. “Neste momento a perda do volume de vendas só na Capital é de 70%. Então os postos não estão comprando, o combustível está tudo estocado, infelizmente”, lamentou.

Segundo a Fecombustíveis, associação que reúne os postos de abastecimento do País, a queda de vendas já está em torno dos 50% em todo País.

A Petrobras anunciou ontem que a partir deste sábado (28), vai reduzir nas suas refinarias, o preço da gasolina em 5%. Esta é a quarta queda do combustível no mês de março. O diesel também sofreu reajuste, com queda de 3%, e o bunker (diesel marítimo) de queda de 3,1%. O diesel utilizado pelas térmicas também foram ajustados. O S500 caiu 3,1% e o S10, de maior qualidade, caiu 3,2%.

O preço da gasolina vai cair R$ 0,0566 centavos e o diesel, R$ 0,0498 centavos. A queda dos combustíveis segue a desvalorização do preço do petróleo no mercado internacional e já acumula mais de 40% no ano.

O representante do setor em Mato Grosso do Sul explica, que a queda nas bombas será gradual, porque além da redução nas vendas, os preços menores demoram a chegar ao consumidor.  “Sempre que ocorre tanto redução quanto o aumento é na refinaria, depois vai para o estoque das distribuidoras e das distribuidoras vem para as bases de Campo Grande. Então tudo isso tem um trânsito, tem custo e tem os impostos. Não é assim do dia para noite para acontecer, por conta disso a nova baixa vai acontecer daqui 10 a 15 dias aqui”, explicou Lazarotto.

Segundo o diretor do Sinpetro, por enquanto o que tem chegado ao consumidor são as reduções de uma semana atrás. “É o que está começando a acontecer, agora, por exemplo, estou na frente do posto aqui já está R$ 4,11 a gasolina, então é assim que funciona, não tem como você ter redução no dia seguinte, porque passa por uma cadeia. A redução é gradativa e já está acontecendo, a tendência é que vai cair um pouco mais”, contextualizou Lazarotto.

Fonte: Correio do Estado

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