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Defesa Civil de Maracaju emite alerta de baixa umidade do ar que poderá chegar aos críticos 12%, veja recomendações para saúde. Saiba mais.

10 de September de 2019 - 07:21 | Tempo

Maracaju em Foco - Notícias - Defesa Civil de Maracaju emite alerta de baixa umidade do ar que poderá chegar aos críticos 12%, veja recomendações para saúde. Saiba mais.

Redação

Conforme as previsões a umidade relativa do ar deve atingir um dos índices mais críticos dos últimos dias nesta terça-feira 10-09 na cidade de Maracaju, bem como em boa parte da região sul do estado.

Conforme comunicado da Defesa Civil de nível laranja, grau de nível 3 de um total de 4, a umidade relativa do ar oscila entre 12% a 20%.

A baixa umidade do ar representa riscos a saúde, bem como ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz, também há uma facilidade maior para a ocorrência de incêndios florestais.

Recomendações com a Umidade do Ar em baixa

Quando fazem a previsão do tempo, os meteorologistas chamam sempre a atenção para a umidade do ar relativa, ou seja, sobre a quantidade de vapor d’água contido na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia suportar nessa mesma temperatura (ponto de saturação). Nos períodos de longa estiagem característicos do final do inverno, a umidade do ar cai muito e fica mais alta nos dias quentes de verão, por causa da evaporação que ocorre depois das pancadas de chuva.

Os meteorologistas se preocupam com a umidade do ar relativa porque ela representa uma variável meteorológica que pode afetar o organismo de todos os seres vivos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Acima desses valores, o ar fica praticamente saturado de vapor d’água, o que interfere no nosso mecanismo de controle da temperatura corporal exercido pela transpiração. Quanto mais alta a temperatura e mais úmido o ar, mais lenta será a evaporação do suor, que ajuda a dissipar o calor e a resfriar o corpo.

No extremo oposto, geralmente o que temos em várias partes do Brasil em determinados períodos, tempo seco demais e baixa umidade do ar causam danos maiores. Além de dificultarem a dispersão de gases poluentes, que agravam a situação, provocam o ressecamento das mucosas das vias aéreas, tornando a pessoa mais vulnerável a crises de asma e a infecções virais e bacterianas. Baixa umidade do ar deixa também o sangue mais denso por causa da desidratação e favorece o aparecimento de problemas oculares e alergias. Mesmo quando a temperatura sobe, o ar seco faz seus estragos, pois acelera a absorção do suor pelo ambiente e resseca a pele.

Quanto mais quente o ar nos períodos nos períodos de longa estiagem, menor a umidade do ar.

O horário crítico, em geral, ocorre entre 15h e 16h. Quando o nível cai para menos de 30%, os prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes: dor de cabeça, rinites alérgicas, sangramento nasal, garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos que ficam vermelhos e congestionados, ressecamento da pele, cansaço.

Não está em nossas mãos controlar as variações climáticas que afetam o organismo. No entanto, cabe a nós tomar algumas precauções que podem preservar nossa saúde e melhorar a qualidade de vida especialmente nos períodos em que a umidade do ar está baixa.

Cuidados Pessoais

  • Lave as mãos com frequência e evite colocá-las na boca e no nariz;
  • Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;
  • Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;
  • Evite a prática de exercícios físicos entre 10h e 16 h;
  • Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e na hora de deitar;
  • Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;
  • Aproveite o vapor produzido pela água quente durante o banho para lubrificar as narinas

Cuidados com o Ambiente 

  • Ponha toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos aposentos, principalmente nos quartos de dormir;
  • Evite aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechados ou com ar condicionado, pois o ressecamento das mucosas aumenta o risco de infecções oportunistas das vias aéreas;
  • Mantenha a casa sempre limpa e arejada. O tempo seco aumenta a concentração de ácaros, fungos e da poeira em móveis cortinas e carpetes;
  • Procure não usar vassouras que levantam o pó por onde passam. Se não for possível utilizar aspiradores, utilize panos úmidos;
  • Ligue os ventiladores de teto para cima. Ligados para baixo, levantam a poeira que se mistura no ar que vc vai respirar;
  • Deixe o carro em casa, sempre que possível; aproveite para dar uma caminhada quando for percorrer distâncias menores;
  • Não queime lixo nem provoque queimadas por descuido ou desatenção.

PODCAST: Confira as notícias que marcaram Maracaju e região no seu resumo semanal de notícias (02-09 a 07-09), clique aqui.

Reportagem: Ben Hur Salomão Teixeira - DRT/MS 0001391

Com informações do site Dr. Drauzio Varella

Foto: Imagem da internet

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Redação

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Conforme comunicado da Defesa Civil de nível laranja, grau de nível 3 de um total de 4, a umidade relativa do ar oscila entre 12% a 20%.

A baixa umidade do ar representa riscos a saúde, bem como ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz, também há uma facilidade maior para a ocorrência de incêndios florestais.

Recomendações com a Umidade do Ar em baixa

Quando fazem a previsão do tempo, os meteorologistas chamam sempre a atenção para a umidade do ar relativa, ou seja, sobre a quantidade de vapor d’água contido na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia suportar nessa mesma temperatura (ponto de saturação). Nos períodos de longa estiagem característicos do final do inverno, a umidade do ar cai muito e fica mais alta nos dias quentes de verão, por causa da evaporação que ocorre depois das pancadas de chuva.

Os meteorologistas se preocupam com a umidade do ar relativa porque ela representa uma variável meteorológica que pode afetar o organismo de todos os seres vivos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Acima desses valores, o ar fica praticamente saturado de vapor d’água, o que interfere no nosso mecanismo de controle da temperatura corporal exercido pela transpiração. Quanto mais alta a temperatura e mais úmido o ar, mais lenta será a evaporação do suor, que ajuda a dissipar o calor e a resfriar o corpo.

No extremo oposto, geralmente o que temos em várias partes do Brasil em determinados períodos, tempo seco demais e baixa umidade do ar causam danos maiores. Além de dificultarem a dispersão de gases poluentes, que agravam a situação, provocam o ressecamento das mucosas das vias aéreas, tornando a pessoa mais vulnerável a crises de asma e a infecções virais e bacterianas. Baixa umidade do ar deixa também o sangue mais denso por causa da desidratação e favorece o aparecimento de problemas oculares e alergias. Mesmo quando a temperatura sobe, o ar seco faz seus estragos, pois acelera a absorção do suor pelo ambiente e resseca a pele.

Quanto mais quente o ar nos períodos nos períodos de longa estiagem, menor a umidade do ar.

O horário crítico, em geral, ocorre entre 15h e 16h. Quando o nível cai para menos de 30%, os prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes: dor de cabeça, rinites alérgicas, sangramento nasal, garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos que ficam vermelhos e congestionados, ressecamento da pele, cansaço.

Não está em nossas mãos controlar as variações climáticas que afetam o organismo. No entanto, cabe a nós tomar algumas precauções que podem preservar nossa saúde e melhorar a qualidade de vida especialmente nos períodos em que a umidade do ar está baixa.

Cuidados Pessoais

Cuidados com o Ambiente 

PODCAST: Confira as notícias que marcaram Maracaju e região no seu resumo semanal de notícias (02-09 a 07-09), clique aqui.

Reportagem: Ben Hur Salomão Teixeira - DRT/MS 0001391

Com informações do site Dr. Drauzio Varella

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