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Defesa Civil do Estado avalia impactos da cheia do Pantanal nas áreas ribeirinhas

21 de maio de 2018 - 08:39 | Rural em Foco

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 A Coordenadoria de Defesa Civil de Mato Grosso do Sul (Cedec) realizou uma vistoria prévia em áreas inundadas no Pantanal de Corumbá com o transbordamento do rio Paraguai, nessa quinta e sexta-feira desta semana, dando sequência ao trabalho de monitoramento da região, que enfrenta mais uma cheia de grandes proporções, e em apoio ao município, que deverá decretar situação de emergência na área rural nos próximos dias.

O coordenador da Cedec/MS, tenente-coronel Fábio Catarineli, percorreu de carro trechos de inundação na Estrada Parque (MS-228), entre Corumbá e o distrito do Porto da Manga, e constatou os impactos causados até agora pela subida das águas nas áreas ribeirinhas. O volume de água sobre a estrada não permitiu acesso à comunidade do porto, situado à beira do Rio Paraguai, onde o Estado suspendeu temporariamente a travessia de balsa.

Cheia média até junho

A enchente é um desastre natural que ocorre na planície pantaneira nessa época do ano, em pequena, média ou grandes proporções. Desde o mês de fevereiro fazendeiros da região estão retirando o gado de áreas inundáveis e muitas propriedades estão isoladas, segundo o Sindicato Rural de Corumbá. Alerta da Embrapa Pantanal, em março, recomendou a imediata retirada do rebanho bovino das regiões do Abobral, Nhecolândia e Nabileque.

Na régua instalada na Marinha, em Ladário, o nível do rio Paraguai já superou os 5,12 metros -, com estimativa, segundo a Embrapa Pantanal, de atingir os 5,78 metros, inundando entre 71 km ² e 90 km² da planície. O órgão considera uma cheia média, mas com uma diferença das demais: esse ano choveu forte no baixo Pantanal, influenciando na inundação, que é causada, em grande parte, pelas precipitações na parte alta (Mato Grosso).

Apoio aos ribeirinhos

Acompanhado por técnicos da Cedec/MS e da prefeitura de Corumbá, Fábio Catarineli verificou in loco a real situação da região atingida pelas águas do rio Paraguai, com forte impacto no Porto da Manga, onde, no início desse mês, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimento (Agesul) suspendeu o serviço de balsa. “A tendência do rio é subir mais, até meados de junho, e temos que nos manter em alerta” disse o tenente-coronel. 

Catarineli explicou que a vistoria técnica realizada na região dará embasamento técnico à decisão do Governo do Estado de decretar o estado de emergência na área rural de Corumbá, após medida semelhante tomada pela prefeitura local. Os levantamentos serão apresentados ao prefeito Marcelo Iunes, que tomará a decisão a ser recomendada pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, que mantém monitoramento de toda a área inundada.

“O apoio do Estado é fundamental para uma tomada de decisão e, também, garantir as homologação, pelo governo federal, de uma possível decretação de emergência”, ressaltou o coordenador municipal de Defesa Civil, tenente Isaque do Nascimento. O decreto, segundo ele, permite ao município captar recursos federais para atender os ribeirinhos – estima-se em 2.500 pessoas atingidas pelas águas – e minimizar os prejuízos dos fazendeiros.

Fonte: Portal do MS

 


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O coordenador da Cedec/MS, tenente-coronel Fábio Catarineli, percorreu de carro trechos de inundação na Estrada Parque (MS-228), entre Corumbá e o distrito do Porto da Manga, e constatou os impactos causados até agora pela subida das águas nas áreas ribeirinhas. O volume de água sobre a estrada não permitiu acesso à comunidade do porto, situado à beira do Rio Paraguai, onde o Estado suspendeu temporariamente a travessia de balsa.

Cheia média até junho

A enchente é um desastre natural que ocorre na planície pantaneira nessa época do ano, em pequena, média ou grandes proporções. Desde o mês de fevereiro fazendeiros da região estão retirando o gado de áreas inundáveis e muitas propriedades estão isoladas, segundo o Sindicato Rural de Corumbá. Alerta da Embrapa Pantanal, em março, recomendou a imediata retirada do rebanho bovino das regiões do Abobral, Nhecolândia e Nabileque.

Na régua instalada na Marinha, em Ladário, o nível do rio Paraguai já superou os 5,12 metros -, com estimativa, segundo a Embrapa Pantanal, de atingir os 5,78 metros, inundando entre 71 km ² e 90 km² da planície. O órgão considera uma cheia média, mas com uma diferença das demais: esse ano choveu forte no baixo Pantanal, influenciando na inundação, que é causada, em grande parte, pelas precipitações na parte alta (Mato Grosso).

Apoio aos ribeirinhos

Acompanhado por técnicos da Cedec/MS e da prefeitura de Corumbá, Fábio Catarineli verificou in loco a real situação da região atingida pelas águas do rio Paraguai, com forte impacto no Porto da Manga, onde, no início desse mês, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimento (Agesul) suspendeu o serviço de balsa. “A tendência do rio é subir mais, até meados de junho, e temos que nos manter em alerta” disse o tenente-coronel. 

Catarineli explicou que a vistoria técnica realizada na região dará embasamento técnico à decisão do Governo do Estado de decretar o estado de emergência na área rural de Corumbá, após medida semelhante tomada pela prefeitura local. Os levantamentos serão apresentados ao prefeito Marcelo Iunes, que tomará a decisão a ser recomendada pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, que mantém monitoramento de toda a área inundada.

“O apoio do Estado é fundamental para uma tomada de decisão e, também, garantir as homologação, pelo governo federal, de uma possível decretação de emergência”, ressaltou o coordenador municipal de Defesa Civil, tenente Isaque do Nascimento. O decreto, segundo ele, permite ao município captar recursos federais para atender os ribeirinhos – estima-se em 2.500 pessoas atingidas pelas águas – e minimizar os prejuízos dos fazendeiros.

Fonte: Portal do MS

 

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