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Índice de desemprego volta a aumentar e alcança 9,5%

17 de May de 2019 - 08:51 | Economia

Maracaju em Foco - Notícias - Índice de desemprego volta a aumentar e alcança 9,5%

O número de desempregados de Mato Grosso do Sul, em termos absolutos aumentou 35,1% e alcançou o número de 135 mil pessoas, no último trimestre de 2018. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16), pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Segundo o levantamento trimestral, no último índice o percentual era de 7% contra 9,5% verificado até março deste ano. Levando em conta o período de janeiro a março de 2018, quando havia 119 mil desocupados no Estado, o crescimento foi de 14,2%. 

Quanto aos cidadãos desalentados - quem estava fora da força de trabalho por não conseguir trabalho adequado, ou não ter experiência ou qualificação, ou era considerado muito jovem ou idoso, ou não havia trabalho na localidade em que residia e que se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga — foi de 38 mil trabalhadores, crescendo 18,6% em relação ao trimestre anterior (32 mil). 

A quantidade de sul-mato-grossenses nessa situação voltou ao mesmo patamar registrado no mesmo trimestre do ano passado, também de 38 mil trabalhadores. No País, a maior população de desalentados estava na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil), enquanto os menores estavam em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

ATIVIDADES

Com retração de -5,3%, o segmento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas foi o que mais encolheu no Estado em número de pessoas ocupadas (de 266 mil para 241 mil trabalhadores) em relação ao último trimestre de 2018, seguido da construção, com redução de -9,2% (de 103 mil para 94 mil) e serviços domésticos (com decréscimo de -4,09%, saindo de 115 mil para 109 mil trabalhadores). 

Na administração pública, defesa, seguridade oscial, educação saúde humana e serviços sociais, o recuo chegou a -4,5% (de 266 mil para 241 mil trabalhadores), enquanto o número de empregados na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura caiu -4,4%, passando de 168 mil para 161 mil pessoas.

Entre os setores que apresentaram crescimento, os destaques são alojamento e alimentação — que passou de 67 mil para 73 mil pessoas ocupadas, avanço de 10,1% — e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com aumento de 5,7% na quantidade de empregados (de 117 mil para 123 mil trabalhadores).

OCUPAÇÕES

Quando considerado o número de trabalhadores por conta própria, o contingente de pessoas ocupadas ficou em 285 mil trabalhadores, o que representa queda de 5,3% no comparativo com o trimestre anterior (301 mil). 

Ainda de acordo com o IBGE, MS encerrou o primeiro trimestre deste ano com 22,1% do total de pessoas ocupadas no Estado. O percentual foi o quarto menor do país, atrás apenas do Distrito Federal (19,6%), São Paulo (21,4%) e Santa Catarina (21,6%). No país, a maior proporção de trabalhadores por conta própria foi constatado no Amazonas (35,5%).

Entre os trabalhadores com carteira assinada, também foi constatado recuo no número de pessoas ocupadas (-3,9%), passando de 483 mil para 464 mil trabalhadores. Já o número de trabalhadores com carteira assinada foi de 136 mil para 144 mil pessoas, acréscimo de 5,4%.

Em relação ao número de trabalhadores com carteira, Mato Grosso do Sul chegou ao índice de 76,3% da população ocupada, superando a média nacional (74,7%) e o oitavo maior por Estado. Santa Catarina respondeu pela maior proporção (88,1%), enquanto a menor taxa foi a do Maranhão (50,3%).

Quanto ao contingente trabalhando sem carteira, o número de trabalhadores sul-mato-grossenses aumentou 5,4% e foi de 136 mil para 144  mil pessoas.

Ainda conforme a PNAD, o volume de trabalhadores sem carteira alcançou 22,0% da população ocupada de Mato Grosso do Sul, representando o sétimo menor por unidade da federação do país no primeiro trimestre de 2019. 

RENDIMENTO

No primeiro trimestre de 2019, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês pelos sul-mato-grossenses, foi estimado em R$ 3.011. 

Este resultado apresentou estabilidade em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.019). Já no comparativo com o mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.837), houve crescimento de 6,1%. 

Fonte: Correio Do Estado 

 


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Segundo o levantamento trimestral, no último índice o percentual era de 7% contra 9,5% verificado até março deste ano. Levando em conta o período de janeiro a março de 2018, quando havia 119 mil desocupados no Estado, o crescimento foi de 14,2%. 

Quanto aos cidadãos desalentados - quem estava fora da força de trabalho por não conseguir trabalho adequado, ou não ter experiência ou qualificação, ou era considerado muito jovem ou idoso, ou não havia trabalho na localidade em que residia e que se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga — foi de 38 mil trabalhadores, crescendo 18,6% em relação ao trimestre anterior (32 mil). 

A quantidade de sul-mato-grossenses nessa situação voltou ao mesmo patamar registrado no mesmo trimestre do ano passado, também de 38 mil trabalhadores. No País, a maior população de desalentados estava na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil), enquanto os menores estavam em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

ATIVIDADES

Com retração de -5,3%, o segmento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas foi o que mais encolheu no Estado em número de pessoas ocupadas (de 266 mil para 241 mil trabalhadores) em relação ao último trimestre de 2018, seguido da construção, com redução de -9,2% (de 103 mil para 94 mil) e serviços domésticos (com decréscimo de -4,09%, saindo de 115 mil para 109 mil trabalhadores). 

Na administração pública, defesa, seguridade oscial, educação saúde humana e serviços sociais, o recuo chegou a -4,5% (de 266 mil para 241 mil trabalhadores), enquanto o número de empregados na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura caiu -4,4%, passando de 168 mil para 161 mil pessoas.

Entre os setores que apresentaram crescimento, os destaques são alojamento e alimentação — que passou de 67 mil para 73 mil pessoas ocupadas, avanço de 10,1% — e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com aumento de 5,7% na quantidade de empregados (de 117 mil para 123 mil trabalhadores).

OCUPAÇÕES

Quando considerado o número de trabalhadores por conta própria, o contingente de pessoas ocupadas ficou em 285 mil trabalhadores, o que representa queda de 5,3% no comparativo com o trimestre anterior (301 mil). 

Ainda de acordo com o IBGE, MS encerrou o primeiro trimestre deste ano com 22,1% do total de pessoas ocupadas no Estado. O percentual foi o quarto menor do país, atrás apenas do Distrito Federal (19,6%), São Paulo (21,4%) e Santa Catarina (21,6%). No país, a maior proporção de trabalhadores por conta própria foi constatado no Amazonas (35,5%).

Entre os trabalhadores com carteira assinada, também foi constatado recuo no número de pessoas ocupadas (-3,9%), passando de 483 mil para 464 mil trabalhadores. Já o número de trabalhadores com carteira assinada foi de 136 mil para 144 mil pessoas, acréscimo de 5,4%.

Em relação ao número de trabalhadores com carteira, Mato Grosso do Sul chegou ao índice de 76,3% da população ocupada, superando a média nacional (74,7%) e o oitavo maior por Estado. Santa Catarina respondeu pela maior proporção (88,1%), enquanto a menor taxa foi a do Maranhão (50,3%).

Quanto ao contingente trabalhando sem carteira, o número de trabalhadores sul-mato-grossenses aumentou 5,4% e foi de 136 mil para 144  mil pessoas.

Ainda conforme a PNAD, o volume de trabalhadores sem carteira alcançou 22,0% da população ocupada de Mato Grosso do Sul, representando o sétimo menor por unidade da federação do país no primeiro trimestre de 2019. 

RENDIMENTO

No primeiro trimestre de 2019, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês pelos sul-mato-grossenses, foi estimado em R$ 3.011. 

Este resultado apresentou estabilidade em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.019). Já no comparativo com o mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.837), houve crescimento de 6,1%. 

Fonte: Correio Do Estado 

 

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