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Câmara Municipal - Vereador Helio Albarello pede que trabalhos da Câmara Municipal não sejam atrapalhados por pleito eleitoral de outubro. Leia e assista.

Câmara Municipal - Vereador Vergílio da Banca solicita ampliação de rede elétrica para atendimento em trecho da Rua Zebulândia no Bairro Geazone. Leia e assista.

Entretenimento - Com mais de 7 milhões de seguidores, “Gina Indelicada” posta sobre Maracaju e chama atenção de maracajuenses.

Última Hora - Carga de cigarros apreendida em Maracaju e avaliada em R$ 1,8 milhão seria levada para Goiás

Última Hora - Polícia Militar de Maracaju realiza operação e recolhe três bicicletas com motores a combustão sem a devida regulamentação.

Última Hora - Prefeito Maurílio Azambuja, Secretário Frederico Felini e Presidente da Câmara Helio Albarello recebem Deputado Federal Elizeu Dionizio e discutem novos investimentos para a cidade.

Câmara Municipal - Vereadoras visitam Delegada Gláucia Fernanda prestando apoio e se colocando à disposição para melhoria e ampliação dos trabalhos em Maracaju.

Última Hora - Publicitária Thaise Dias recebe prêmio de Concurso do Sicredi, fotografia tirada pelas suas lentes superou mais de 10 mil fotos no país.

Última Hora - CTG Nova Querência de Maracaju conquista medalhas em modalidades do Fegams. Saiba mais

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Leishmaniose matou o dobro que a dengue em 2017, aponta boletim

09 de janeiro de 2018 - 08:21 | Saúde

Maracaju em Foco - Notícias - Leishmaniose matou o dobro que a dengue em 2017, aponta boletim

Aplicação de veneno para matar o mosquito vetor da doença é uma das formas de prevenção (Foto: Marlon Ganassin/Arquivo)

A leishmaniose, doença transmitida pelo mosquito-palha, matou sete pessoas em Mato Grosso do Sul em 2017, o dobro do número de mortes causadas pela dengue, que também tem um mosquito – o Aedes aegyti – como vetor.

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A dengue, entretanto, fez muito mais vítimas. No ano passado, conforme o último boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), 125 pessoas foram diagnosticadas com leishmaniose, enquanto 6.201 pessoas tiveram dengue.

Em sete anos, a leishmaniose matou 112 pessoas no Estado. Ainda segundo consta no boletim, 1.605 pessoas tivera o diagnóstico da doença.

Diferenças – Embora as duas patologias sejam transmitidas por mosquitos e por isso a principal forma de combate seja eliminar os criadouros do inseto, a dengue é causada por um vírus e a leishmaniose por um protozoário.

Para evitar a proliferação do mosquito-palha é importante não deixar acumular matéria orgânica em casa, mantendo o jardim capinado, a cerca viva muito bem aparada e o quintal limpo, por exemplo. Já ao Aedes aegypti se reproduz na água parada, portanto, qualquer reservatório deve ser eliminado.

Leishmaniose matou o dobro que a dengue em 2017, aponta boletim

Fonte: Campo Grande News

 


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Aplicação de veneno para matar o mosquito vetor da doença é uma das formas de prevenção (Foto: Marlon Ganassin/Arquivo)

A leishmaniose, doença transmitida pelo mosquito-palha, matou sete pessoas em Mato Grosso do Sul em 2017, o dobro do número de mortes causadas pela dengue, que também tem um mosquito – o Aedes aegyti – como vetor.

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A dengue, entretanto, fez muito mais vítimas. No ano passado, conforme o último boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), 125 pessoas foram diagnosticadas com leishmaniose, enquanto 6.201 pessoas tiveram dengue.

Em sete anos, a leishmaniose matou 112 pessoas no Estado. Ainda segundo consta no boletim, 1.605 pessoas tivera o diagnóstico da doença.

Diferenças – Embora as duas patologias sejam transmitidas por mosquitos e por isso a principal forma de combate seja eliminar os criadouros do inseto, a dengue é causada por um vírus e a leishmaniose por um protozoário.

Para evitar a proliferação do mosquito-palha é importante não deixar acumular matéria orgânica em casa, mantendo o jardim capinado, a cerca viva muito bem aparada e o quintal limpo, por exemplo. Já ao Aedes aegypti se reproduz na água parada, portanto, qualquer reservatório deve ser eliminado.

Leishmaniose matou o dobro que a dengue em 2017, aponta boletim

Fonte: Campo Grande News

 

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