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MDB apoia Odilon, mas libera filiados que quiserem seguir Reinaldo

10 de outubro de 2018 - 20:17 | Política

Maracaju em Foco - Notícias - MDB apoia Odilon, mas libera filiados que quiserem seguir Reinaldo

Odilon participou de anúncio feito por Mochi sobre apoio; MDB também libera filiados que quiserem apoiar Reinaldo. (Foto: Anahi Gurgel)

O Diretório Regional do MDB anunciou na tarde desta quarta-feira (10) apoio à candidatura do juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT) na disputa ao governo de Mato Grosso do Sul. Porém, liberou filiados que desejarem se alinhar à campanha do candidato Reinaldo Azambuja (PSDB).

O comunicado foi lido pelo candidato emedebista derrotado ao governo do Estado, o deputado estadual Junior Mochi, em ato na presença do candidato pedetista.

No evento, o MDB confirmou apoio em Mato Grosso do Sul à candidatura do Jair Bolsonaro à Presidência da República.

As duas decisões, explicou Mochi, foram tomadas em reunião com lideranças do partido –como os senadores Simone Tebet e Waldemir Moka, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e outros dirigentes– na segunda-feira (8), durante três horas.

O deputado começou lendo “manifestação da maioria dos presentes pelo apoio” ao candidato Odilon de Oliveira, “respeitando, contudo, decisão daqueles que fizerem opção pela candidatura de Reinaldo Azambuja”.

Segundo Mochi, a “liberação” foi tomada em reunião na qual a maioria do MDB optou pelo alinhamento ao candidato do PDT ao governo. Posições contrárias, destacou ele, ocorrem pelas  “peculiaridades, construções políticas e partidárias de cada local”.

O deputado, que assumiu a campanha do partido ao governo após a prisão por denúncias de corrupção de André Puccinelli, ex-governador e principal líder do partido no Mato Grosso do Sul, frisou, porém, que dará “apoio total” a Odilon.

A decisão seria anunciada apenas na quinta-feira (11), mas foi antecipada por conta do feriado.

Anúncio envolveu apoiadores das duas chapas ao governo do Estado. (Foto: Anahi Gurgel)

Anúncio envolveu apoiadores das duas chapas ao governo do Estado. (Foto: Anahi Gurgel)

Apoios e mudanças – Odilon, presente ao encontro, disse ser este um “momento de emoção”. “O MDB tem pessoas de muito respeito”, destacou, citando como exemplo os nomes do ex-governador Wilson Barbosa Martins e do ex-senador Ramez Tebet (ambos já falecidos), que na sua avaliação “estão do lado direito de Deus por todo o bem que fizeram à sociedade, não só Mato Grosso do Sul mas para o Brasil”. O juiz aposentado e candidato do PDT não citou André Puccinelli.

A jornalistas, Odilon também anunciou a troca do coordenador de sua campanha. O ex-conselheiro João Leite Schimidt dará lugar ao vereador e primeiro suplente eleito de deputado federal, Odilon de Oliveira Junior, filho do juiz federal aposentado e derrotado na eleição para a Câmara dos Deputados.

O candidato do PDT ao governo disse ter “tremendo respeito” por Schimidt, “que esteve na coordenação até agora”. Mas, acrescentou, a troca se faz necessária porque precisa de alguém mais próximo "por uma questão de logística e também para enfrentar uma caminhada mais puxada”. Ele justificou que Schimidt, por conta da saúde, concordou com a substituição.

Fonte: Campo Grande News


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Odilon participou de anúncio feito por Mochi sobre apoio; MDB também libera filiados que quiserem apoiar Reinaldo. (Foto: Anahi Gurgel)

O Diretório Regional do MDB anunciou na tarde desta quarta-feira (10) apoio à candidatura do juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT) na disputa ao governo de Mato Grosso do Sul. Porém, liberou filiados que desejarem se alinhar à campanha do candidato Reinaldo Azambuja (PSDB).

O comunicado foi lido pelo candidato emedebista derrotado ao governo do Estado, o deputado estadual Junior Mochi, em ato na presença do candidato pedetista.

No evento, o MDB confirmou apoio em Mato Grosso do Sul à candidatura do Jair Bolsonaro à Presidência da República.

As duas decisões, explicou Mochi, foram tomadas em reunião com lideranças do partido –como os senadores Simone Tebet e Waldemir Moka, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e outros dirigentes– na segunda-feira (8), durante três horas.

O deputado começou lendo “manifestação da maioria dos presentes pelo apoio” ao candidato Odilon de Oliveira, “respeitando, contudo, decisão daqueles que fizerem opção pela candidatura de Reinaldo Azambuja”.

Segundo Mochi, a “liberação” foi tomada em reunião na qual a maioria do MDB optou pelo alinhamento ao candidato do PDT ao governo. Posições contrárias, destacou ele, ocorrem pelas  “peculiaridades, construções políticas e partidárias de cada local”.

O deputado, que assumiu a campanha do partido ao governo após a prisão por denúncias de corrupção de André Puccinelli, ex-governador e principal líder do partido no Mato Grosso do Sul, frisou, porém, que dará “apoio total” a Odilon.

A decisão seria anunciada apenas na quinta-feira (11), mas foi antecipada por conta do feriado.

Anúncio envolveu apoiadores das duas chapas ao governo do Estado. (Foto: Anahi Gurgel)

Anúncio envolveu apoiadores das duas chapas ao governo do Estado. (Foto: Anahi Gurgel)

Apoios e mudanças – Odilon, presente ao encontro, disse ser este um “momento de emoção”. “O MDB tem pessoas de muito respeito”, destacou, citando como exemplo os nomes do ex-governador Wilson Barbosa Martins e do ex-senador Ramez Tebet (ambos já falecidos), que na sua avaliação “estão do lado direito de Deus por todo o bem que fizeram à sociedade, não só Mato Grosso do Sul mas para o Brasil”. O juiz aposentado e candidato do PDT não citou André Puccinelli.

A jornalistas, Odilon também anunciou a troca do coordenador de sua campanha. O ex-conselheiro João Leite Schimidt dará lugar ao vereador e primeiro suplente eleito de deputado federal, Odilon de Oliveira Junior, filho do juiz federal aposentado e derrotado na eleição para a Câmara dos Deputados.

O candidato do PDT ao governo disse ter “tremendo respeito” por Schimidt, “que esteve na coordenação até agora”. Mas, acrescentou, a troca se faz necessária porque precisa de alguém mais próximo "por uma questão de logística e também para enfrentar uma caminhada mais puxada”. Ele justificou que Schimidt, por conta da saúde, concordou com a substituição.

Fonte: Campo Grande News

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