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Resultados de pesquisas trazem ferramentas para potencializar produtividade da soja em MS

24 de April de 2019 - 17:58 | Rural em Foco

Maracaju em Foco - Notícias - Resultados de pesquisas trazem ferramentas para potencializar produtividade da soja em MS

Foto: Wesley Kossa

Nesta quarta-feira (24), a Fundação MS iniciou em Maracaju o circuito de palestras com as Apresentações de Resultados de Pesquisas sobre a Safra 2018/19. Ao total 202 pessoas, entre produtores rurais, técnicos e outros profissionais ligados a área, estiveram presentes no Sindicato Rural de Maracaju para esclarecer dúvidas e conhecer métodos que potencializam a produtividade, principalmente em períodos de estiagem, como os que ocorreram no último ano em algumas regiões de Mato Grosso do Sul.

Os resultados de manejo e a fertilidade do solo foram apresentados pelo pesquisador Douglas Gitti. “A ideia é nortear o produtor rural sobre as técnicas que podem ser adotadas nas próximas safras para manter o potencial produtivo da soja em condições de estresse hídrico. Na última safra, houve períodos com até 25 dias sem chuvas em determinadas regiões, então selecionamos ferramentas de manejo do solo que auxiliam nesse sentido”.

Entre os temas elencados, estavam a manutenção do potencial produtivo em estresse hídrico, construção e manutenção da fertilidade do solo, inoculação, aplicação de boro via solo e via foliar e nutrientes como zinco e manganês. O pesquisador destacou ainda trabalhos conduzidos pela Fundação MS tendo como aliados o Sistema Plantio Direto e a rotação de culturas para o desenvolvimento do sistema radicular das plantas. “São técnicas que permitem aproveitar melhor a umidade do solo, ajudando a suportar período de estiagem com mais segurança e estabilidade de produção”.

Em seguida, o pesquisador André Bezerra destacou variedades de soja que podem explorar o potencial de cada ambiente de produção. “É importante integrar vários fatores, como manejo do solo, genética e planejamento, para atenuar efeitos de estresse hídrico e calor”, explica. Além disso, ele destacou a necessidade de selecionar cultivares compatíveis com cada tipo de ambiente, tendo em vista o solo da região, clima, sistema de produção e época de semeadura.

Finalizando as apresentações do dia, o pesquisador de fitossanidade da Fundação MS, José Fernando Jurca Grigolli, explanou sobre o manejo das pragas e doenças que mais atacaram a cultura no Estado na última safra. Conforme o especialista, a safra 18/19 apresentou diversos problemas com percevejo e mosca branca. “São duas pragas de importância, sendo que o percevejo já é tradicional, no entanto, em algumas ocasiões, sua população chegou a estar três vezes superior em relação ao ano passado”, comenta.

Grigolli ressalta que a questão do monitoramento é fortemente trabalhada junto com os agricultores. “É preciso monitorar a área para aplicar o inseticida, saber escolher os melhores produtos do mercado, definir doses e horários de aplicação. Já em relação às doenças, cruzamos informações para traçar melhores estratégias de manejo”.

Saiba as datas das próximas apresentações:

Dourados (10/05)

  • Local: Sindicato Rural de Dourados (Expoagro 2019)
  • Horário: 8h

Anaurilândia (21/05)

  • Local: Sindicato Rural de Anaurilândia
  • Horário: 8h

Ivinhema (22/05)

  • Local: Sindicato Rural de Ivinhema
  • Horário: 8h

Rio Brilhante (23/05)

  • Local: Sindicato Rural de Rio Brilhante
  • Horário: 8h

São Gabriel do Oeste (24/05)

  • Local: Auditório do Sicredi
  • Horário: 8h

Outras informações podem ser obtidas pelo site www.fundacaoms.org.br ou pelo telefone (67) 3454-2631.

Sato Comunicações


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Foto: Wesley Kossa

Nesta quarta-feira (24), a Fundação MS iniciou em Maracaju o circuito de palestras com as Apresentações de Resultados de Pesquisas sobre a Safra 2018/19. Ao total 202 pessoas, entre produtores rurais, técnicos e outros profissionais ligados a área, estiveram presentes no Sindicato Rural de Maracaju para esclarecer dúvidas e conhecer métodos que potencializam a produtividade, principalmente em períodos de estiagem, como os que ocorreram no último ano em algumas regiões de Mato Grosso do Sul.

Os resultados de manejo e a fertilidade do solo foram apresentados pelo pesquisador Douglas Gitti. “A ideia é nortear o produtor rural sobre as técnicas que podem ser adotadas nas próximas safras para manter o potencial produtivo da soja em condições de estresse hídrico. Na última safra, houve períodos com até 25 dias sem chuvas em determinadas regiões, então selecionamos ferramentas de manejo do solo que auxiliam nesse sentido”.

Entre os temas elencados, estavam a manutenção do potencial produtivo em estresse hídrico, construção e manutenção da fertilidade do solo, inoculação, aplicação de boro via solo e via foliar e nutrientes como zinco e manganês. O pesquisador destacou ainda trabalhos conduzidos pela Fundação MS tendo como aliados o Sistema Plantio Direto e a rotação de culturas para o desenvolvimento do sistema radicular das plantas. “São técnicas que permitem aproveitar melhor a umidade do solo, ajudando a suportar período de estiagem com mais segurança e estabilidade de produção”.

Em seguida, o pesquisador André Bezerra destacou variedades de soja que podem explorar o potencial de cada ambiente de produção. “É importante integrar vários fatores, como manejo do solo, genética e planejamento, para atenuar efeitos de estresse hídrico e calor”, explica. Além disso, ele destacou a necessidade de selecionar cultivares compatíveis com cada tipo de ambiente, tendo em vista o solo da região, clima, sistema de produção e época de semeadura.

Finalizando as apresentações do dia, o pesquisador de fitossanidade da Fundação MS, José Fernando Jurca Grigolli, explanou sobre o manejo das pragas e doenças que mais atacaram a cultura no Estado na última safra. Conforme o especialista, a safra 18/19 apresentou diversos problemas com percevejo e mosca branca. “São duas pragas de importância, sendo que o percevejo já é tradicional, no entanto, em algumas ocasiões, sua população chegou a estar três vezes superior em relação ao ano passado”, comenta.

Grigolli ressalta que a questão do monitoramento é fortemente trabalhada junto com os agricultores. “É preciso monitorar a área para aplicar o inseticida, saber escolher os melhores produtos do mercado, definir doses e horários de aplicação. Já em relação às doenças, cruzamos informações para traçar melhores estratégias de manejo”.

Saiba as datas das próximas apresentações:

Dourados (10/05)

Anaurilândia (21/05)

Ivinhema (22/05)

Rio Brilhante (23/05)

São Gabriel do Oeste (24/05)

Outras informações podem ser obtidas pelo site www.fundacaoms.org.br ou pelo telefone (67) 3454-2631.

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