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Médica Pediatra Dra. Nathália Amantéa Cirne: Refluxo em bebês.

30 de November de 2020 - 17:13 | Colunista em Foco

Maracaju em Foco - Notícias - Médica Pediatra Dra. Nathália Amantéa Cirne: Refluxo em bebês.

O “refluxo gastroesofágico fisiológico” ou “regurgitação do lactente” consiste no retorno do conteúdo do estômago para o esôfago do bebê. São as famosas golfadas, porém elas não indicam necessariamente um problema e não incomodam o neném, que permanece alegre e sorridente. Acometem pelo menos 60% dos bebês, surgindo normalmente na 3ª semana de vida e piorando entre o 2º e 4º mês. Com o desenvolvimento da criança, a postura vai se alterando e o esfíncter (que impede o refluxo) vai amadurecendo. Ao completarem 1 ano, 90-95% das crianças já se veem livres do problema.

Normalmente, o refluxo fisiológico não interfere na saúde do bebê, sendo considerado uma doença somente quando acompanhado de sintomas como perda ou dificuldade de ganho de peso, irritabilidade (quase o dia todo), choro excessivo, alterações de sono, anemia, recusa ou dificuldade para se alimentar (seja o peito ou a fórmula) e vômitos que não param (às vezes com sangue). Nesses casos, é necessário acompanhamento médico para um tratamento adequado.

O refluxo também pode ser oculto (sem vômito), ou seja, seu conteúdo pode ficar no esôfago, ir para a garganta ou ir para as vias respiratórias. Assim, é necessário ficar atento aos sinais específicos dessa situação, como infecção de ouvido de repetição, tosse crônica, pneumonia de repetição, chiado frequente no peito e laringite de repetição.

O diagnóstico nem sempre é fácil. Dessa forma, pais e cuidadores precisam ficar atentos aos sinais e relatá-los ao pediatra. Contudo, vale ressaltar que o bebê chora para tudo (fome, sono, cocô, sede...) e, portanto, nem sempre o choro é sinônimo de dor. Por isso, evite medicação sem orientação médica para não ocasionar efeitos colaterais e piorar ainda mais os sintomas.

Dra. Nathália Amantéa Cirne

Médica Pediatra

Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria

CRM-MS 9583 | RQE 6387 | TEP 178160

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Normalmente, o refluxo fisiológico não interfere na saúde do bebê, sendo considerado uma doença somente quando acompanhado de sintomas como perda ou dificuldade de ganho de peso, irritabilidade (quase o dia todo), choro excessivo, alterações de sono, anemia, recusa ou dificuldade para se alimentar (seja o peito ou a fórmula) e vômitos que não param (às vezes com sangue). Nesses casos, é necessário acompanhamento médico para um tratamento adequado.

O refluxo também pode ser oculto (sem vômito), ou seja, seu conteúdo pode ficar no esôfago, ir para a garganta ou ir para as vias respiratórias. Assim, é necessário ficar atento aos sinais específicos dessa situação, como infecção de ouvido de repetição, tosse crônica, pneumonia de repetição, chiado frequente no peito e laringite de repetição.

O diagnóstico nem sempre é fácil. Dessa forma, pais e cuidadores precisam ficar atentos aos sinais e relatá-los ao pediatra. Contudo, vale ressaltar que o bebê chora para tudo (fome, sono, cocô, sede...) e, portanto, nem sempre o choro é sinônimo de dor. Por isso, evite medicação sem orientação médica para não ocasionar efeitos colaterais e piorar ainda mais os sintomas.

Dra. Nathália Amantéa Cirne

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