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Boletim revela que MS teve uma morte por influenza a cada 12 dias em 2018

01 de junho de 2018 - 16:50 | Saúde

Maracaju em Foco - Notícias - Boletim revela que MS teve uma morte por influenza a cada 12 dias em 2018

Vacinação é um dos meios de se evitar o influenza; em 2018, Estado já registrou o dobro do número de mortes na comparação com o ano anterior. (Foto: Arquivo)

Nas 22 primeiras semanas deste ano, Mato Grosso do Sul registrou 488 notificações de influenza –em todas as variantes do vírus da gripe–, das quais 77 foram confirmadas pelas autoridades de saúde. Até o fim de maio a doença causou 13 mortes no Estado, o equivalente a uma a cada 12 dias. Deste total, oito se deram em Campo Grande.

Os dados constam do último boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) referente ao período de janeiro a maio deste ano. Os dados trazem um mapeamento dos locais com o maior número de notificações, tipagem viral e confirmações.

Maior cidade do Estado, com cerca de 820 mil habitantes, Campo Grande registrou no período 62% das notificações do Estado: foram 305, com 46 confirmações (59,7% do total) –22 de influenza A H3N2, 17 de H1N1, 4 de influenza A não subtipada e 3 de influenza B.

Das 8 mortes na Capital, 5 se deram com o H3N2 sazonal, 2 por H1N1 e uma por influenza B. A Capital ainda tem um óbito sob investigação.

Interior – Em segundo lugar no número de casos confirmados aparece Bonito (a 257 km da Capital), onde houve cinco notificações, todas apontando positivo para a doença (2 de H1N1, 2 de H3N2 e 1 de influenza A não subtipado).

Imunização é oferecida gratuitamente para grupos de risco na rede pública. (Foto: Saul Schramm/Arquivo)Imunização é oferecida gratuitamente para grupos de risco na rede pública. (Foto: Saul Schramm/Arquivo)

Naviraí (366 km de Campo Grande) foi o segundo município em notificações, com 32 alertas às autoridades de saúde. Destes, foram confirmados quatro casos (3 de H3N2 e uma não subtipada) e uma morte, por H3N2. Três Lagoas (338 km de Campo Grande) teve o mesmo número de casos confirmados, mas após 14 confirmações (dois de H1N1, um de H3N2 e um não subtipado), também com uma morte.

A SES também registrou óbitos em Chapadão do Sul e Nioaque (H1N1) e Aquidauana (H3N2 sazonal). O total de 13 mortes no Estado equivale a mais que o dobro registrado no mesmo período de 2017, quando houve 6 mortes em Mato Grosso do Sul atribuídas ao vírus da gripe.

O número, porém, ainda está distante de 2016, quando o Estado contabilizou 103 mortes pela doença; ou de 2015, com 29 mortes.

Gripe – O influenza e seus subtipos são causadores da gripe. Febre, tosse, dor de garganta e no corpo, acompanhada de mal estar, são os principais sintomas. Porém, o maior perigo está nas complicações: pneumonias e outras dificuldades respiratórias que podem levar à internação e até mesmo matar.

As autoridades de saúde recomendam que pessoas que apresentem os sintomas busquem em até 48 horas atendimento especializado, principalmente se portarem alguma outra doença. O tratamento em casos graves é baseado no antiviral Tamiflu, distribuído gratuitamente na rede pública de saúde.

Hábitos simples, como lavar as mãos com frequência, usar lenço descartável para limpar o nariz, cobrir boca e nariz ao espirrar ou tossir, manter ambientes ventilados e evitar ambientes com aglomeração são alguns dos meios de evitar exposição ao influenza ou o contágio de terceiros.

Em paralelo, postos de saúde e clínicas particulares oferecem a vacinação – que, na rede pública, é voltada para grupos de risco. Na Capital, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) prorrogou em 29 de maio a campanha de imunização por mais 15 dias.

Fonte: Campo Grande News


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Vacinação é um dos meios de se evitar o influenza; em 2018, Estado já registrou o dobro do número de mortes na comparação com o ano anterior. (Foto: Arquivo)

Nas 22 primeiras semanas deste ano, Mato Grosso do Sul registrou 488 notificações de influenza –em todas as variantes do vírus da gripe–, das quais 77 foram confirmadas pelas autoridades de saúde. Até o fim de maio a doença causou 13 mortes no Estado, o equivalente a uma a cada 12 dias. Deste total, oito se deram em Campo Grande.

Os dados constam do último boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) referente ao período de janeiro a maio deste ano. Os dados trazem um mapeamento dos locais com o maior número de notificações, tipagem viral e confirmações.

Maior cidade do Estado, com cerca de 820 mil habitantes, Campo Grande registrou no período 62% das notificações do Estado: foram 305, com 46 confirmações (59,7% do total) –22 de influenza A H3N2, 17 de H1N1, 4 de influenza A não subtipada e 3 de influenza B.

Das 8 mortes na Capital, 5 se deram com o H3N2 sazonal, 2 por H1N1 e uma por influenza B. A Capital ainda tem um óbito sob investigação.

Interior – Em segundo lugar no número de casos confirmados aparece Bonito (a 257 km da Capital), onde houve cinco notificações, todas apontando positivo para a doença (2 de H1N1, 2 de H3N2 e 1 de influenza A não subtipado).

Imunização é oferecida gratuitamente para grupos de risco na rede pública. (Foto: Saul Schramm/Arquivo)Imunização é oferecida gratuitamente para grupos de risco na rede pública. (Foto: Saul Schramm/Arquivo)

Naviraí (366 km de Campo Grande) foi o segundo município em notificações, com 32 alertas às autoridades de saúde. Destes, foram confirmados quatro casos (3 de H3N2 e uma não subtipada) e uma morte, por H3N2. Três Lagoas (338 km de Campo Grande) teve o mesmo número de casos confirmados, mas após 14 confirmações (dois de H1N1, um de H3N2 e um não subtipado), também com uma morte.

A SES também registrou óbitos em Chapadão do Sul e Nioaque (H1N1) e Aquidauana (H3N2 sazonal). O total de 13 mortes no Estado equivale a mais que o dobro registrado no mesmo período de 2017, quando houve 6 mortes em Mato Grosso do Sul atribuídas ao vírus da gripe.

O número, porém, ainda está distante de 2016, quando o Estado contabilizou 103 mortes pela doença; ou de 2015, com 29 mortes.

Gripe – O influenza e seus subtipos são causadores da gripe. Febre, tosse, dor de garganta e no corpo, acompanhada de mal estar, são os principais sintomas. Porém, o maior perigo está nas complicações: pneumonias e outras dificuldades respiratórias que podem levar à internação e até mesmo matar.

As autoridades de saúde recomendam que pessoas que apresentem os sintomas busquem em até 48 horas atendimento especializado, principalmente se portarem alguma outra doença. O tratamento em casos graves é baseado no antiviral Tamiflu, distribuído gratuitamente na rede pública de saúde.

Hábitos simples, como lavar as mãos com frequência, usar lenço descartável para limpar o nariz, cobrir boca e nariz ao espirrar ou tossir, manter ambientes ventilados e evitar ambientes com aglomeração são alguns dos meios de evitar exposição ao influenza ou o contágio de terceiros.

Em paralelo, postos de saúde e clínicas particulares oferecem a vacinação – que, na rede pública, é voltada para grupos de risco. Na Capital, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) prorrogou em 29 de maio a campanha de imunização por mais 15 dias.

Fonte: Campo Grande News

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