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Dra. Graziele Ferreira: Tumores Benignos da Epiderme e Subcutâneo.

23 de maio de 2018 - 11:31 | Colunista em Foco

Maracaju em Foco - Notícias - Dra. Graziele Ferreira: Tumores Benignos da Epiderme e Subcutâneo.

Cistos Epidérmicos (cistos Sebáceos) e Lipomas.

Tumores Benignos da pele e subcutâneo são lesões geralmente nodulares ovaladas de tamanhos variados de consistência elástica ou dura. Estão inseridos nas camadas superficiais e logo abaixo na camada gordurosa da pele.  Tais lesões são geralmente de crescimento lento, indolores na maioria dos casos e não regridem espontaneamente.  Os tipos mais comuns são os cistos epidérmicos, mais bem conhecidos como cistos sebáceos, e os lipomas que são nódulos de gordura.  Descreverei sobre o cisto epidérmico e na próxima matéria sobre o lipoma.

COMO IDENTIFICAR UM CISTO EPIDÉRMICO OU SEBÁCEO?

É um nódulo visível e palpável, de consistência fibroelástica ou endurecida, da cor da própria pele, em alguns casos ter uma coloração amarelada, presos as camadas superficiais da pele (epiderme) mas soltos dos planos mais profundos. Preenchido com material branco, semi-sólido, e de odor forte, sendo chamado de sebum. As lesões são esféricas, indolores dependendo da localização e quando não associadas a processo inflamatório, de consistência elástica ou endurecida.

Podem variar de pequenos cistos (menores de 1cm) até lesões com vários centímetros de tamanho. A cabeça, pescoço e tronco são as regiões mais afetadas. Pode haver um ponto central, escuro, da abertura de um folículo piloso.

Se houver infecção, o cisto pode ficar avermelhado, quente, doloroso e sofrer saída de secreção purulenta.  

QUAIS SÃO OS TIPOS DE CISTOS?.


Foto demonstrando o Cisto Epidérmico - Imagem Ilustrativa da internet

Foto demonstrando o Cisto Triquilemal - Imagem Ilustrativa da internet


Foto demonstrando o Milium - Imagem Ilustrativa da internet


Foto demonstrando o Lúpia - Imagem Ilustrativa da internet

Cistos epidérmicos: São os cistos mais comuns. Originam-se da proliferação de células da epiderme dentro da derme e geralmente tem origem genética.

Cistos triquilemais: São os cistos menos freqüentes. Originam-se do folículo piloso, geralmente no couro cabeludo.

Millium: Localizados principalmente na face, ao redor dos olhos, são lesões pequeninas superficiais e amareladas ou esbranquiçadas. Podem atingir tamanhos maiores em casos isolados.

Lúpia : São cistos da epiderme localizados no escroto ou nos grandes lábios, de coloração amarronzada e que se desenvolvem de forma mais tardia.

COMO É FEITO O TRATAMENTO?

O tratamento de todos os cistos é cirúrgico, o recomendado por médicos especialistas é a retirada completa do cisto incluindo a sua cápsula para evitar o retorno da lesão. Particularmente o milium  pode ser removido por fulguração.

O tratamento não traz grandes repercussões. Há uma cápsula que retém secreção sebácea e queratina, no entanto, pode haver períodos de expulsão. Ou seja, a secreção sai e o cisto “esvazia”, mas depois incha e esvazia de novo. Para resolver a situação e eliminar o cisto, o procedimento deverá ser cirúrgico.  Costuma ser um procedimento simples, dependendo do tamanho e da localização do cisto. O procedimento é realizado em consultório médico sob anestesia local, através da incisão e remoção total do material inclusive da cápsula, que é uma capa que recobre o material. Caso a capsula não seja totalmente removida poderá haver recidiva da lesão. Tal procedimento gera uma pequena cicatriz. Após a cirurgia, o cirurgião faz um curativo, que deve ser mantido por alguns dias.  Uma possível complicação que pode ocorrer é surgir uma infecção secundária, com a entrada de bactérias, o que irá causa dor e saída de pus. Nestes casos, será preciso fazer terapia com antibiótico. Por isso, dependendo da localização do cisto e das características de como ele se comporta, há a indicação da remoção cirúrgica.

Não é recomendável espremer um cisto sebáceo, pois pode causar inflamação e agravar o problema.

Procure um médico especialista para avaliar sua lesão.

Graziele Ferreira

Cirurgia Geral e Pequenas Cirurgias

CRM/MS: 7876 – RQE 5366

Médica natural de Maracaju/MS

Medicina pela Universidade Estadual de Maringá/PR

Cirurgia Geral pelo Hospital Universitário da UFMS.

Atualmente em Maracaju

Cirurgiã Geral e pequenas cirurgias na Prefeitura de Maracaju

Cirurgiã Geral – Pequenas Cirurgias- Clínica Geral na Clínica de Especialidades Médicas

A Clínica fica localizada na Rua Agnaldo Ferreira Barbosa 620 – San Raphael

Contato: 3454-2651

Fonte :

Portal da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica

Portal da sociedade brasileira de dermatologia

 


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Cistos Epidérmicos (cistos Sebáceos) e Lipomas.

Tumores Benignos da pele e subcutâneo são lesões geralmente nodulares ovaladas de tamanhos variados de consistência elástica ou dura. Estão inseridos nas camadas superficiais e logo abaixo na camada gordurosa da pele.  Tais lesões são geralmente de crescimento lento, indolores na maioria dos casos e não regridem espontaneamente.  Os tipos mais comuns são os cistos epidérmicos, mais bem conhecidos como cistos sebáceos, e os lipomas que são nódulos de gordura.  Descreverei sobre o cisto epidérmico e na próxima matéria sobre o lipoma.

COMO IDENTIFICAR UM CISTO EPIDÉRMICO OU SEBÁCEO?

É um nódulo visível e palpável, de consistência fibroelástica ou endurecida, da cor da própria pele, em alguns casos ter uma coloração amarelada, presos as camadas superficiais da pele (epiderme) mas soltos dos planos mais profundos. Preenchido com material branco, semi-sólido, e de odor forte, sendo chamado de sebum. As lesões são esféricas, indolores dependendo da localização e quando não associadas a processo inflamatório, de consistência elástica ou endurecida.

Podem variar de pequenos cistos (menores de 1cm) até lesões com vários centímetros de tamanho. A cabeça, pescoço e tronco são as regiões mais afetadas. Pode haver um ponto central, escuro, da abertura de um folículo piloso.

Se houver infecção, o cisto pode ficar avermelhado, quente, doloroso e sofrer saída de secreção purulenta.  

QUAIS SÃO OS TIPOS DE CISTOS?.


Foto demonstrando o Cisto Epidérmico - Imagem Ilustrativa da internet

Foto demonstrando o Cisto Triquilemal - Imagem Ilustrativa da internet


Foto demonstrando o Milium - Imagem Ilustrativa da internet


Foto demonstrando o Lúpia - Imagem Ilustrativa da internet

Cistos epidérmicos: São os cistos mais comuns. Originam-se da proliferação de células da epiderme dentro da derme e geralmente tem origem genética.

Cistos triquilemais: São os cistos menos freqüentes. Originam-se do folículo piloso, geralmente no couro cabeludo.

Millium: Localizados principalmente na face, ao redor dos olhos, são lesões pequeninas superficiais e amareladas ou esbranquiçadas. Podem atingir tamanhos maiores em casos isolados.

Lúpia : São cistos da epiderme localizados no escroto ou nos grandes lábios, de coloração amarronzada e que se desenvolvem de forma mais tardia.

COMO É FEITO O TRATAMENTO?

O tratamento de todos os cistos é cirúrgico, o recomendado por médicos especialistas é a retirada completa do cisto incluindo a sua cápsula para evitar o retorno da lesão. Particularmente o milium  pode ser removido por fulguração.

O tratamento não traz grandes repercussões. Há uma cápsula que retém secreção sebácea e queratina, no entanto, pode haver períodos de expulsão. Ou seja, a secreção sai e o cisto “esvazia”, mas depois incha e esvazia de novo. Para resolver a situação e eliminar o cisto, o procedimento deverá ser cirúrgico.  Costuma ser um procedimento simples, dependendo do tamanho e da localização do cisto. O procedimento é realizado em consultório médico sob anestesia local, através da incisão e remoção total do material inclusive da cápsula, que é uma capa que recobre o material. Caso a capsula não seja totalmente removida poderá haver recidiva da lesão. Tal procedimento gera uma pequena cicatriz. Após a cirurgia, o cirurgião faz um curativo, que deve ser mantido por alguns dias.  Uma possível complicação que pode ocorrer é surgir uma infecção secundária, com a entrada de bactérias, o que irá causa dor e saída de pus. Nestes casos, será preciso fazer terapia com antibiótico. Por isso, dependendo da localização do cisto e das características de como ele se comporta, há a indicação da remoção cirúrgica.

Não é recomendável espremer um cisto sebáceo, pois pode causar inflamação e agravar o problema.

Procure um médico especialista para avaliar sua lesão.

Graziele Ferreira

Cirurgia Geral e Pequenas Cirurgias

CRM/MS: 7876 – RQE 5366

Médica natural de Maracaju/MS

Medicina pela Universidade Estadual de Maringá/PR

Cirurgia Geral pelo Hospital Universitário da UFMS.

Atualmente em Maracaju

Cirurgiã Geral e pequenas cirurgias na Prefeitura de Maracaju

Cirurgiã Geral – Pequenas Cirurgias- Clínica Geral na Clínica de Especialidades Médicas

A Clínica fica localizada na Rua Agnaldo Ferreira Barbosa 620 – San Raphael

Contato: 3454-2651

Fonte :

Portal da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica

Portal da sociedade brasileira de dermatologia

 

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