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Dra. Thaissa M. Smaniotto Marin: Infertilidade Conjugal

18 de junho de 2018 - 08:29 | Colunista em Foco

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Infertilidade conjugal é quando não ocorre gravidez em um casal que mantenha relações sexuais frequentes sem proteção contraceptiva pelo período de um ano, em mulheres com mais de 35 anos iniciamos esse investigação mais cedo, após 6 meses de tentativa. A investigação antes de um ano é indicado para mulheres com ciclos menstruais irregulares, história de doença inflamatória pélvica, diagnóstico ou suspeita de endometriose, cirurgias abdominais anteriores e problemas masculinos conhecidos. A dificuldade para engravidar atinge aproximadamente 15% dos casais.

As causas da infertilidade podem ser femininas, masculinas ou mistas. Os fatores femininos se encontram presentes em 40% dos casos, fatores masculinos também 40% e fatores masculinos e femininos (mistos) em 20% dos casos. 

Há dois tipos de infertilidade: primária, quando a mulher nunca engravidou; e secundária, quando já houve alguma gravidez. O fato da mulher já ter sido mãe antes não garante a fertilidade para um a futura gravidez. O diagnóstico de infertilidade também pode ser dado para mulheres que chegam a engravidar, mas por diversos motivos não conseguem manter a gestação até o final.

FATORES DE RISCO PARA INFERTILIDADE:

• Idade acima de 35 anos;
• Alterações no peso (obesidade ou má nutrição);
• Hábitos alimentares e estilos de vida;
• Doenças sexualmente transmissíveis;
• Consumo de tabaco, álcool e drogas recreativas (maconha e cocaína);
• Uso de medicamentos;
• Rotinas exaustivas e estressantes no trabalho;
• Frequência de relações sexuais.

Os estudos em reprodução humana, diagnóstico e tratamento para infertilidade evoluíram bastante nas últimas décadas, devido ao aumento no número de casais que apresentam problemas para ter filhos, maior ansiedade e maior faixa etária de interesse. É importante que o diagnóstico seja realizado por um especialista para que o casal não perca tempo e não fique frustrado com o problema.
A escolha do tratamento adequado pode ser feito através de procedimentos clínicos ou cirurgias. Para cada caso, pode existir mais de uma opção de tratamento, que depende da idade da mulher, período de tentativas sem sucesso e fatores associados ao casal.

Dra. Thaissa M. Smaniotto Marin

Médica da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia – 403/2017

CRM-MS: 7626 | RQE: 5599

Curso de Reprodução Humana pelo Instituto de Ensino em Medicina Reprodutiva de São Paulo


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Infertilidade conjugal é quando não ocorre gravidez em um casal que mantenha relações sexuais frequentes sem proteção contraceptiva pelo período de um ano, em mulheres com mais de 35 anos iniciamos esse investigação mais cedo, após 6 meses de tentativa. A investigação antes de um ano é indicado para mulheres com ciclos menstruais irregulares, história de doença inflamatória pélvica, diagnóstico ou suspeita de endometriose, cirurgias abdominais anteriores e problemas masculinos conhecidos. A dificuldade para engravidar atinge aproximadamente 15% dos casais.

As causas da infertilidade podem ser femininas, masculinas ou mistas. Os fatores femininos se encontram presentes em 40% dos casos, fatores masculinos também 40% e fatores masculinos e femininos (mistos) em 20% dos casos. 

Há dois tipos de infertilidade: primária, quando a mulher nunca engravidou; e secundária, quando já houve alguma gravidez. O fato da mulher já ter sido mãe antes não garante a fertilidade para um a futura gravidez. O diagnóstico de infertilidade também pode ser dado para mulheres que chegam a engravidar, mas por diversos motivos não conseguem manter a gestação até o final.

FATORES DE RISCO PARA INFERTILIDADE:

• Idade acima de 35 anos;
• Alterações no peso (obesidade ou má nutrição);
• Hábitos alimentares e estilos de vida;
• Doenças sexualmente transmissíveis;
• Consumo de tabaco, álcool e drogas recreativas (maconha e cocaína);
• Uso de medicamentos;
• Rotinas exaustivas e estressantes no trabalho;
• Frequência de relações sexuais.

Os estudos em reprodução humana, diagnóstico e tratamento para infertilidade evoluíram bastante nas últimas décadas, devido ao aumento no número de casais que apresentam problemas para ter filhos, maior ansiedade e maior faixa etária de interesse. É importante que o diagnóstico seja realizado por um especialista para que o casal não perca tempo e não fique frustrado com o problema.
A escolha do tratamento adequado pode ser feito através de procedimentos clínicos ou cirurgias. Para cada caso, pode existir mais de uma opção de tratamento, que depende da idade da mulher, período de tentativas sem sucesso e fatores associados ao casal.

Dra. Thaissa M. Smaniotto Marin

Médica da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia – 403/2017

CRM-MS: 7626 | RQE: 5599

Curso de Reprodução Humana pelo Instituto de Ensino em Medicina Reprodutiva de São Paulo

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