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Em nota, Zé Teixeira questiona momento de prisão e ausência de depoimentos

13 de setembro de 2018 - 18:28 | Assembleia Legislativa

Maracaju em Foco - Notícias - Em nota, Zé Teixeira questiona momento de prisão e ausência de depoimentos

Deputado questionou prisão às vésperas de eleição e fato de nunca ter sido chamado para prestar depoimento. (Foto: Arquivo)

Em nota distribuída por sua assessoria, o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) considerou “estranha” sua prisão na Operação Vostok –que apura esquema de fraudes em notas frias para justificar pagamentos de propinas– na quarta-feira (12) sem que ele tenha sido ouvido antes da ação policial. Ele também salientou que a ação ocorreu há poucos dias antes das eleições de outubro, na qual disputará novo mandato de deputado estadual.

No comunicado, Zé Teixeira afirma que atua no ramo de compra e venda de gado na região de Mato Grosso do Sul há 50 anos. “Todos os meus endereços são de amplo conhecimento público e, estranhamente anterior à data da operação, nunca fui convidado, convocado e/ou solicitado pela justiça para prestar esclarecimentos”, pontua o comunicado.

O deputado, prossegue o comunicado, declarou reforçar decisões e trâmites judiciais, “mas não posso deixar de observar do fato acontecer faltando apenas 25 dias para as eleições em que sou candidato a um novo mandato como deputado estadual”. Ele informou que seus advogados “estão providenciando o restabelecimento da verdade”.

O gabinete de Zé Teixeira foi um dos locais vistoriados pela força-tarefa da Vostok na quarta-feira, assim como seu escritório em Dourados –sua base eleitoral. O deputado foi preso no hotel em que costuma se hospedar na Capital em dias de sessão na Assembleia Legislativa. Ele foi um dos 14 alvos de mandados de prisão e 41 de busca e apreensão na operação.

O deputado está em prisão provisória no Presídio Militar, em Campo Grande, para onde também foi levado o conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado), Márcio Monteiro –ex-secretário de Fazenda do Estado. A Corte de Contas emitiu nota reforçando que as acusações contra o conselheiro não têm relação com sua atuação no órgão, reforçando ainda que ele deve ter direito a ampla defesa no processo.

Fonte: Campo Grande News


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Deputado questionou prisão às vésperas de eleição e fato de nunca ter sido chamado para prestar depoimento. (Foto: Arquivo)

Em nota distribuída por sua assessoria, o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) considerou “estranha” sua prisão na Operação Vostok –que apura esquema de fraudes em notas frias para justificar pagamentos de propinas– na quarta-feira (12) sem que ele tenha sido ouvido antes da ação policial. Ele também salientou que a ação ocorreu há poucos dias antes das eleições de outubro, na qual disputará novo mandato de deputado estadual.

No comunicado, Zé Teixeira afirma que atua no ramo de compra e venda de gado na região de Mato Grosso do Sul há 50 anos. “Todos os meus endereços são de amplo conhecimento público e, estranhamente anterior à data da operação, nunca fui convidado, convocado e/ou solicitado pela justiça para prestar esclarecimentos”, pontua o comunicado.

O deputado, prossegue o comunicado, declarou reforçar decisões e trâmites judiciais, “mas não posso deixar de observar do fato acontecer faltando apenas 25 dias para as eleições em que sou candidato a um novo mandato como deputado estadual”. Ele informou que seus advogados “estão providenciando o restabelecimento da verdade”.

O gabinete de Zé Teixeira foi um dos locais vistoriados pela força-tarefa da Vostok na quarta-feira, assim como seu escritório em Dourados –sua base eleitoral. O deputado foi preso no hotel em que costuma se hospedar na Capital em dias de sessão na Assembleia Legislativa. Ele foi um dos 14 alvos de mandados de prisão e 41 de busca e apreensão na operação.

O deputado está em prisão provisória no Presídio Militar, em Campo Grande, para onde também foi levado o conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado), Márcio Monteiro –ex-secretário de Fazenda do Estado. A Corte de Contas emitiu nota reforçando que as acusações contra o conselheiro não têm relação com sua atuação no órgão, reforçando ainda que ele deve ter direito a ampla defesa no processo.

Fonte: Campo Grande News

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