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Psicóloga Letícia Nogueira Chamorro: A angústia em repressão gera depressão.

24 de June de 2019 - 10:06 | Colunista em Foco

Maracaju em Foco - Notícias - Psicóloga Letícia Nogueira Chamorro: A angústia em repressão gera depressão.

Psicóloga Letícia Nogueira Chamorro - Foto: Bianca Coimbra - Maracaju em Foco

Hoje em dia é muito comum conhecermos alguém que possui um transtorno depressivo, seja ele em grau leve, moderado ou avançado. Mas afinal, o que devemos fazer quando nos deparamos com pessoas assim? Pois bem, a maioria das pessoas não possui paciência em escutar ao sofrimento do outro, por isso e por alguns outros fatores que iremos discorrer, toda essa angustia fica reprimida dentro desta pessoa a ponto dela não sentir mais alegria pela vida.

Segundo Esteves, a depressão é a alteração afetiva mais estudada e falada na atualidade. Classificada como um transtorno de humor, ela vem reger as atitudes dos sujeitos modificando a percepção de si mesmos, passando a enxergar suas problemáticas como grandes catástrofes (ESTEVES, pag 1, 2006).

Nós somos seres biopsicossociais, isto é, biológicos, pois temos funções anatômicas, psicológicos que nos permite ter funções psicológicas básicas, como memória, atenção e outros, e também seres sociais, que está ligada a construção de quem somos decorrendo da interação social. Diante disso, a depressão pode ter surgimento como conseqüência de alguma disfunção de uma dessas três bases.

Geralmente encontramos pessoas que desenvolveram depressão após passar por um trauma significativo, isso as fez diminuir a alegria pela vida e até a vontade de viver. Neste sentido, temos um exemplo que é o luto, ele deve ser vivido de forma que a pessoa consiga sair dessa fase de sofrimento após um determinado tempo, essa saída gera um processo bem estabelecido.

Em contra partida, pessoas que não conseguem sair desse luto estão muito mais propensas a desenvolverem a depressão. Quando a pessoa consegue elaborar a perda de um ente querido, não significa que ela nunca mais ira sentir tristeza por essa perda, mas irá sentir na medida em que não atrapalhe o convívio social e a vontade de viver da mesma.

Agora, respondendo à pergunta acima de “o que devemos fazer quando nos deparamos com pessoas assim?” temos duas alternativas que devem ser feitas em conjunto, elas são: doar seu tempo e atenção a pessoa que está precisando e aconselhar a mesma a sair em busca de um psicoterapeuta que irá a auxiliar nesse processo com instrumentos e técnicas psicoterapêuticas. 

O atendimento psicoterapêutico busca estimular aos pacientes/clientes, a reflexão do estado em que eles se encontram e o ponto em que eles ficaram parados para gerar a transformação em busca de uma vida mental saudável.

Leticia Nogueira Chamorro

CRP 07841-8/MS

Telefone: 067 9.9999-8687

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ESTEVES; GALVAN (2006). Depressão numa contextualização contemporânea. Fernanda Cavalcante Esteves; Alda Luiza Galvan. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-03942006000300012> (Acessado em 17/06/2019). 


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Psicóloga Letícia Nogueira Chamorro - Foto: Bianca Coimbra - Maracaju em Foco

Hoje em dia é muito comum conhecermos alguém que possui um transtorno depressivo, seja ele em grau leve, moderado ou avançado. Mas afinal, o que devemos fazer quando nos deparamos com pessoas assim? Pois bem, a maioria das pessoas não possui paciência em escutar ao sofrimento do outro, por isso e por alguns outros fatores que iremos discorrer, toda essa angustia fica reprimida dentro desta pessoa a ponto dela não sentir mais alegria pela vida.

Segundo Esteves, a depressão é a alteração afetiva mais estudada e falada na atualidade. Classificada como um transtorno de humor, ela vem reger as atitudes dos sujeitos modificando a percepção de si mesmos, passando a enxergar suas problemáticas como grandes catástrofes (ESTEVES, pag 1, 2006).

Nós somos seres biopsicossociais, isto é, biológicos, pois temos funções anatômicas, psicológicos que nos permite ter funções psicológicas básicas, como memória, atenção e outros, e também seres sociais, que está ligada a construção de quem somos decorrendo da interação social. Diante disso, a depressão pode ter surgimento como conseqüência de alguma disfunção de uma dessas três bases.

Geralmente encontramos pessoas que desenvolveram depressão após passar por um trauma significativo, isso as fez diminuir a alegria pela vida e até a vontade de viver. Neste sentido, temos um exemplo que é o luto, ele deve ser vivido de forma que a pessoa consiga sair dessa fase de sofrimento após um determinado tempo, essa saída gera um processo bem estabelecido.

Em contra partida, pessoas que não conseguem sair desse luto estão muito mais propensas a desenvolverem a depressão. Quando a pessoa consegue elaborar a perda de um ente querido, não significa que ela nunca mais ira sentir tristeza por essa perda, mas irá sentir na medida em que não atrapalhe o convívio social e a vontade de viver da mesma.

Agora, respondendo à pergunta acima de “o que devemos fazer quando nos deparamos com pessoas assim?” temos duas alternativas que devem ser feitas em conjunto, elas são: doar seu tempo e atenção a pessoa que está precisando e aconselhar a mesma a sair em busca de um psicoterapeuta que irá a auxiliar nesse processo com instrumentos e técnicas psicoterapêuticas. 

O atendimento psicoterapêutico busca estimular aos pacientes/clientes, a reflexão do estado em que eles se encontram e o ponto em que eles ficaram parados para gerar a transformação em busca de uma vida mental saudável.

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